domingo, 8 de fevereiro de 2009

"DIA D..."


Há três semanas do dia 06 de Dezembro, havia conhecido pessoas que jamais imaginei manter qualquer contato por preconceito bobo em relação à faixa etária de minhas amizades, mas a partir do momento que deixei isso de lado pude perceber que podemos nos surpreender e muito!
O contato foi mantido e numa noite de sábado nada convencional, como tinham sido todas as demais desde o mês de agosto, fui surpreendida com um convite que sinceramente não pensei em aceitar... Feria e muito meu senso de ética...
De toda forma, por pressão, ou curiosidade, ou o que quer que seja acabei aceitando e saímos, os sete, em um Palio, rumo ao desconhecido...
Tudo era festa... Diversão... Alegria...
Sete cabeças com uma só intenção, curtir a noite que se apresentava.
O primeiro drible, dinheiro: - resolvido.
Segundo drible, mãe da Negona: - resolvido com um velho toque de esperteza, mentira e astúcia.
Terceiro drible, mãe de Thata: - resolvido até certo ponto, mas preferimos correr o risco.
Quarto drible, o local: É incrível como todas as pessoas da cidade estavam a fim de fornicar no sábado à noite, pois quase todas as suítes de quase todos os motéis, sejam estes luxuosos ou não, estavam hiper-mega-ultra-lotadas... Que o diga a dança da mãozinha... rsrsrsrs
Mas este intempérie foi resolvido aonde menos podíamos imaginar... O SENZALA.
A maior suíte do local, por incrível que pareça, é espetacular! Três andares, o primeiro com a garagem e lounge, o segundo com dois quartos, sala de jantar e hidromassagem e o terceiro andar com uma puta área dividida em dois pisos onde no primeiro ficava uma área social e no segundo ficava a piscina, com teto solar, e a academia.
Todos acanhados foram refugiar-se no álcool para “aquecer” as coisas... O que ajudou e muito nosso desempenho posterior... E se me permitem uma piadinha: - Bendita seja a brincadeira do 21!
Despimo-nos, até o ponto certo para não ficarmos totalmente expostos e caímos na piscina sem nenhum pudor, depois somente pudemos ouvir os sussurros e o balancear da água. E enfim, nada mais importava, e os outros nos inspiravam... Víamos a energia de terceiros influenciar como fogo ao ser ateado em uma floresta...
Todo êxtase do momento podia ser sentido e quando o estímulo visual alheio já não saciava, procuramos o melhor palco... A escuridão do quarto...
Dali a pouco se ouvem os gritos e percebe-se que nada estava findado, pois nossa fuga havia sido descoberta e tínhamos que consertar as coisas o mais rápido possível.
E o fim, mesmo triste, foi feliz, pois como diria uma famosa propaganda:

Gasolina: R$20,00

Local: R$ 170,00 fora consumação.

Ter a noite mais alucinante de minha vida: NÃO TEM PREÇO.

Essa é pra você Imagimário!

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