
Nasce em Rosário, numa família de classe média alta e antiperonista. Tinha dois anos quando sofreu o primeiro ataque de asma, aos treze leu Júlio Verne, Alexandre Dumas, Baudelaire, Neruda e Freud aos 15 anos o que acabou por influenciar seus direcionamentos políticos.
Os ataques de asma sofridos durante sua infância foram muito violentos e em vista de o menino não melhorar, os médicos aconselharam uma mudança de ares. Mudou-se para Córdoba e dali para Altagracía, uma pequena estância de veraneio. Viviam numa casa de estilo Inglês. Em 1944 os negócios da família iam mal então emprega-se como funcionário da Câmara de uma vila nos arredores do Córdoba.
Em 1946, terminou o liceu e foram para Buenos Aires para que ingressasse na escola de Medicina.
Depois da Segunda Guerra Mundial a oposição a Juan Domingo Perón ganhou novo ânimo e os estudantes acabaram constituindo sua camada mais aguerrida e foram nessas lutas que seu espírito lutador veio á tona.
Em 1951, seis meses antes de se formar em Medicina, decide interromper o curso e iniciar, com Alberto Granado, uma grande viagem pelo continente, de Buenos Aires a Caracas, na velha motocicleta do companheiro apelidada de La Poderosa II. De volta a Argentina termina seu curso de Medicina e começa a dedicar-se à política.
Foi por causa da visão de tanta miséria e impotência e das lutas e sofrimentos que presenciou em suas viagens que o jovem médico concluiu que a única maneira de acabar com todas as desigualdades sociais era promovendo mudanças na política administrativa mundial.
Em sua passagem pela Guatemala, onde chegou em Dezembro de 1953, presencia a luta do recém-eleito presidente Jacob Arbenz Guzmán e é a partir daí que começa a construir sua consciência política.
Em 1954 conhece Raul Castro que logo o apresenta a seu irmão Fidel Castro. Em Cuba, ao lado de Fidel se organizam e atacam a cidade em 1959 conseguindo instaurar um novo regime em Cuba, de orientação socialista.
Em 08 de agosto de 1961 discursa em uma reunião da OEA em Punta Del Leste. Em 1964 representa oficialmente Cuba nas Nações Unidas, tendo pronunciado um discurso por ocasião da sua 19ª Assembléia Geral, em 11 de dezembro de 1964. Participou do Seminário Econômico de Solidariedade Afro-asiática entre 22 e 27 de fevereiro de 1965 em Alger, quando criticou publicamente, pela primeira vez, a política externa da União Soviética. Nesse mesmo ano, deixa Cuba para propagar os ideais da revolução cubana pelo mundo com ajuda de voluntários de vários países latinos americanos. Em 04 de outubro de 1965 Fidel anunciou que Guevara deixara a ilha para lutar contra o imperialismo.
Ele parte primeiramente para o Congo, na África, com um grupo de 100 cubanos “internacionalistas”. Comandante supremo da operação, atuou com o codinome Tatu (do swahili), e encontrou-se com Kabila. Por seu total desconhecimento da região, dos seus costumes, das suas crenças religiosas, das relações inter-tribais e da psicologia de seus habitantes, o “delírio africano” resultou numa total decepção. Em seguida parte para a Bolívia, mas enfrenta dificuldades por não conhecer o terreno nem o idioma local. É cercado e capturado em 08 de outubro de 1967 e executado no dia seguinte.
Em 1997 seus restos mortais foram encontrados por pesquisadores numa vala comum, junto a outras ossadas, na cidade de Vallegrande. Seus restos mortais foram transferidos para Cuba, onde em 17 de outubro deste mesmo ano são enterrados com honras de Chefe de Estado.
A revista Time o colocou na lista das maiores personalidades do século XX e na Argentina foi eleito o maior político argentino do século XX e ironicamente, passou a ser conhecido na região onde foi capturado como “San Ernesto de La Higuera”, ou
simplesmente: Ernesto Guevara de La Sierra.
“Não é possível destruir uma opinião com a força, porque isso bloqueia todo o desenvolvimento livre da inteligência”
Os ataques de asma sofridos durante sua infância foram muito violentos e em vista de o menino não melhorar, os médicos aconselharam uma mudança de ares. Mudou-se para Córdoba e dali para Altagracía, uma pequena estância de veraneio. Viviam numa casa de estilo Inglês. Em 1944 os negócios da família iam mal então emprega-se como funcionário da Câmara de uma vila nos arredores do Córdoba.
Em 1946, terminou o liceu e foram para Buenos Aires para que ingressasse na escola de Medicina.
Depois da Segunda Guerra Mundial a oposição a Juan Domingo Perón ganhou novo ânimo e os estudantes acabaram constituindo sua camada mais aguerrida e foram nessas lutas que seu espírito lutador veio á tona.
Em 1951, seis meses antes de se formar em Medicina, decide interromper o curso e iniciar, com Alberto Granado, uma grande viagem pelo continente, de Buenos Aires a Caracas, na velha motocicleta do companheiro apelidada de La Poderosa II. De volta a Argentina termina seu curso de Medicina e começa a dedicar-se à política.
Foi por causa da visão de tanta miséria e impotência e das lutas e sofrimentos que presenciou em suas viagens que o jovem médico concluiu que a única maneira de acabar com todas as desigualdades sociais era promovendo mudanças na política administrativa mundial.
Em sua passagem pela Guatemala, onde chegou em Dezembro de 1953, presencia a luta do recém-eleito presidente Jacob Arbenz Guzmán e é a partir daí que começa a construir sua consciência política.
Em 1954 conhece Raul Castro que logo o apresenta a seu irmão Fidel Castro. Em Cuba, ao lado de Fidel se organizam e atacam a cidade em 1959 conseguindo instaurar um novo regime em Cuba, de orientação socialista.
Em 08 de agosto de 1961 discursa em uma reunião da OEA em Punta Del Leste. Em 1964 representa oficialmente Cuba nas Nações Unidas, tendo pronunciado um discurso por ocasião da sua 19ª Assembléia Geral, em 11 de dezembro de 1964. Participou do Seminário Econômico de Solidariedade Afro-asiática entre 22 e 27 de fevereiro de 1965 em Alger, quando criticou publicamente, pela primeira vez, a política externa da União Soviética. Nesse mesmo ano, deixa Cuba para propagar os ideais da revolução cubana pelo mundo com ajuda de voluntários de vários países latinos americanos. Em 04 de outubro de 1965 Fidel anunciou que Guevara deixara a ilha para lutar contra o imperialismo.
Ele parte primeiramente para o Congo, na África, com um grupo de 100 cubanos “internacionalistas”. Comandante supremo da operação, atuou com o codinome Tatu (do swahili), e encontrou-se com Kabila. Por seu total desconhecimento da região, dos seus costumes, das suas crenças religiosas, das relações inter-tribais e da psicologia de seus habitantes, o “delírio africano” resultou numa total decepção. Em seguida parte para a Bolívia, mas enfrenta dificuldades por não conhecer o terreno nem o idioma local. É cercado e capturado em 08 de outubro de 1967 e executado no dia seguinte.
Em 1997 seus restos mortais foram encontrados por pesquisadores numa vala comum, junto a outras ossadas, na cidade de Vallegrande. Seus restos mortais foram transferidos para Cuba, onde em 17 de outubro deste mesmo ano são enterrados com honras de Chefe de Estado.
A revista Time o colocou na lista das maiores personalidades do século XX e na Argentina foi eleito o maior político argentino do século XX e ironicamente, passou a ser conhecido na região onde foi capturado como “San Ernesto de La Higuera”, ou
simplesmente: Ernesto Guevara de La Sierra.
“Não é possível destruir uma opinião com a força, porque isso bloqueia todo o desenvolvimento livre da inteligência”

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