terça-feira, 19 de agosto de 2008

Um Hino ao amor...


Edith Piaf,


Uma mulher guerreira e simples que criou fama porque tinha fé no amor..
E é essa mulher, que me deu inspiração antes mesmo de eu conhecê-la, que me mostrou o quanto a vida é bela..
Apesar de todos os seus sofrrimentos, de todas as suas perdas, seus obstáculos...ela viveu, e viveu intensamente até os últimos dias de sua vida... Pois já dizia quando questionada se tinha medo da morte: "Não mais que da solidão"..
Seguindo meus dias vejo em cada amanhacer "LA VIE EN ROSE"..



Edith Piaf - La Vie En Rose

Des yeux qui font baiser les miens, Un rire qui se perd sur sa bouche.

Voila le portrait sans retouche, De l'homme auquel, j'appartiens,

Quand il me prend dans ses bras Il me parle tout bas,

Je vois la vie en rose. Il me dit des mots d'amour,

Des mots de tous les jours, Et ça me fait quelque chose.

Il est entré dans mon coeur Une part de bonheur

Dont je connais la cause. C'est lui pour moi,

Moi pour lui dans la vie, Il me l'a dit, l'a juré pour la vie.

Et, dès que je l'apercois Alors je sens en moi

Mon coeur qui bat, Des nuits d'amour à ne plus en finir

Un grand bonheur qui prend sa place Des enuis des chagrins, des phases

Heureux, heureux a en mourir. Quand il me prend dans ses bras,

Il me parle tout bas, Je vois la vie en rose.

Il me dit des mots d'amour, Des mots de tous les jours,

Et ça me fait quelque chose. Il est entré dans mon Coeur,

Une part de bonheur, Dont je connais la cause.

C'est toi pour moi, Moi pour toi dans la vie,

Il me l'a dit, m'a juré pour la vie. Et, dès que je l'apercois

Alors je sens en moi Mon coeur qui bat.

Lalalala LalalalaLa La La La...............

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Memorial à minha família!!!

Nunca pensei que um determinado momento pudesse fazer aflorar dois sentimentos tão distintos como o profundo amor e a tristeza plena e serena. Nunca pensei que pudesse ser tão agradecida a um homem e me sentir tão traída por outro. Nunca pensei que meu pai pudesse ser apenas uma figura de decoração em minha vida.
Mas hoje, é exatamente o que ele é.
Sabe aquele brinquedo que você guarda desde criança, e que adora, mas que só usa enquanto não tem mais nada de importante pra fazer? Ou aquele móvel maravilhoso que enfeita seu quarto mas se formos reparar a única serventia dele é aquela, de enfeitar...
Essa semana que se passou foi a mais maravilhosa da minha vida, pois mais uma vez tive certeza de quanto sou amada e do quanto não é preciso fazer nada para se sentir assim. Mas vamos por partes, como diria meu chará de apelido "Jack" Estripador....
Quando nasci tive a felicidade de ser aclamada com o nome de Jackeline, pelo meu pai biológico, que com sua mania de grandeza tinha de pôr o nome da filha com o mesmo nome de uma das mais elegantes mulheres que os Estados Unidos já conheceu...
Mas com o passar dos anos fui percebendo que a única coisa que interessava ao meu pai era termos como troféus com os quais ele poderia se vangloriar de ser um exímio garanhão, e isso percebe-se pela sua célebre frase quando questionado porque só teve filhas mulheres "Só faço o que gosto"...
Enfim... nesses últimos anos achava que ele estava se tornando mais humano, principalmente depois de ter sofrido um acidente de carro que quase o matou... Se fez de Pai, quando precisei (durante a mais horrível crise de depressão da minha vida ele me acalentou..me colocou no colo e me senti protegida por ele pela primeira e derradeira vez)... Estávamos em uníssono, até o fatídico dia da briga com minha mãe (mas essa é outra longa história..).
Só que no dia 12 de agosto de 2008, percebi que o ditado mais brega pode estar certo..Pau que nasce torto, morre torto. E isso vocês poderão comprovar nas duas cartas que seguem abaixo. Compreenderão o que aconteceu para eu me sentir assim em relação ao meu pai e conhecerão a identidade do homem ao qual estou tentando homenagear....
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João Pessoa, 12 de Agosto de 2008.


Jackie, (detalhe, nem meu apelido ele sabe)

Faz tempo que aguardo um contato seu, tinha quase certeza de que seria exatamente nessa época, ou seja, na hora em que você precisasse de mim em termos financeiro.

Lembre-se que desde que você brigou, literalmente com sua mãe e com sua irmã, você não mais se dirigiu a mim.

Naquele dia eu a intimei para conversar comigo, no dia seguinte, você não deu a mínima, preferiu ignorar o apelo de seu pai.

Gostaria de ter conversado com você para alertá-la de que só temos obrigação de cuidarmos dos filhos enquanto eles permanecem ao nosso lado, sob o nosso teto dando satisfações de todos os atos e fatos. Mas, você optou por não me ouvir.

Aqueles filhos rebeldes dono do seu próprio nariz, não devem dar satisfação da hora que chegam, nem o que fazem, com quem andam, enfim, não devem dar satisfação de coisa nenhuma.

Mas nós pais, também temos os nossos direitos, para exigir respeito, que horas vão chegar, com quem estavam, onde estavam, por que é assim que deve ser, é nisso que acredito.

Sua mãe reclamou de você várias vezes, ....” Jackeline está dona de si”, não querendo acatar as ordens dela, então achei que você tinha chegado à maturidade suficiente para tomar conta de seu nariz.

Quando sua mãe reclamava, eu procurava escutar e nunca falei nada para você. Passava a mão em tudo que você fazia apesar de querer dar-lhe orientação, mas, por morar em outro Estado terminava relegando a segundo plano.

Mas você estava sob os nossos cuidados, mais dela, do que meu, você morava numa casa que bem ou mal ainda é sustentada por mim, já que pago a luz, o condomínio, o telefone, o apartamento e ainda arco com os extras. Por que simplesmente nunca fiz questão por nada.

Estava à espera de um contato seu para dizer-lhe que quem é auto-suficiente para desligar-se da casa da mãe ou do pai, deve também ser auto-suficiente para se sustentar, para arcar com suas atitudes, para enfrentar a vida, já que podemos interpretar a sua atitude como um grito de independência, você deve achar a vida uma moleza e portanto pode se resolver sozinha.

Então vá em frente, Jackie, fiquei magoado com você.

Quanto ao assunto da sua faculdade, você pode resolver sozinha.

Procure o setor financeiro da faculdade e resolva sua vida estudantil, se depender de ajuda financeira, no momento não posso ajudá-la mas, sobre qualquer outra coisa, principalmente documentação, tentarei ajudá-la da melhor forma possível.

Existe financiamento estudantil possível de se conseguir, para isso procure se informar do fies (financiamento estudantil) no site: http://www3.caixa.gov.br/fies/default.asp.

Após trancar a matricula, opte pelo financiamento acima é a forma mais justa do estudante quitar a universidade e depois de formado há uma carência para começar a pagar, após conseguir um emprego na área.


Sei que você é determinada e vai conseguir resolver sozinha esse pequeno problema.

Beijos
Seu pai..

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Recife, 13 de Agosto de 2008.


Pai,

Também faz tempo que aguardo um contato seu. Não saí de casa porque quis, mainha havia me expulsado. Então pedi auxílio àqueles que nunca deixaram de me ajudar, sua família. O senhor não estava presente na hora da discussão então não pode saber o que aconteceu naquele dia horrível. Eu fui chamada de rapariga pela minha própria mãe só porque decidi terminar um namoro de quase cinco anos que estava me sufocando. Ela a todo custo defendia Pablo sem saber de um terço das coisas que eu havia passado com ele. Para falar a verdade ninguém sabia, afinal as discussões do meu relacionamento com ele só cabiam a mim e a ele resolver.

Quando falei com você pelo telefone e você veio me dizendo aquelas coisas sem nem saber o que tinha acontecido eu fiquei extremamente magoada, mas não falei com você no dia seguinte porque tinha um emprego a zelar, e dou muito valor a ele apesar de não ganhar tanto assim. Mas eu pensei que o senhor soubesse de minhas responsabilidades profissionais e entendesse que, assim como o senhor não falta reuniões de trabalho para conversar sobre assuntos familiares, eu também não poderia faltar ao meu compromisso.
Infelizmente fiquei chocada ao saber que você veio aqui no dia seguinte e nem me deu um telefonema para saber onde eu estava, porque se tivesses me ligado eu teria pedido para conversarmos na empresa.

Eu nunca deixei de dar satisfações a mainha do que eu estava fazendo. O que acontece é que a muito tempo nós deixamos de ser mãe e filha e passamos a ser amigas, pois foi assim que ela mesma optou. Não tive problemas em retomar o diálogo com elas depois, já que ela própria veio me pedir desculpas pelo que tinha feito e falado. Mas com o senhor não consegui me comunicar mais.
No dia do seu aniversário eu realmente havia trocado a data com o de mainha, por isso enviei o cartão com a data do mês seguinte e só vim saber que tinha mandado para a data errada quase uma semana depois. Fiquei com vergonha de ligar e mais triste ainda fiquei quando consegui falar com o senhor depois e tive que escutar que eu era dona do meu nariz e que quando precisasse ligasse para o senhor.

Com isso me distanciei ainda mais e quando soube que mainha e margô iam ter que procurar apartamento e que não estavam encontrando eu tentei falar com o senhor novamente, mas o celular que eu tinha não atendia minhas ligações ou estava constantemente na caixa de mensagens. Ainda tentei ligar para sua casa, mas fui informada por Margô de que o senhor havia se mudado e foi ela quem me deu seu novo telefone da OI.
Semana passada falei com o senhor pelo telefone só porque consegui ligar da empresa, já que minhas ligações nunca foram atendidas ou retornadas por você, e fiquei aguardando uma resposta até o dia dos pais, onde tentei falar novamente com você e não consegui. Por isso enviei o e-mail.

Não é novidade para mim saber que o senhor não se acha na obrigação de cuidar de suas próprias filhas, pois um homem que diz que o único animal que passa muito tempo com os filhos é o homem (como se isso fosse um erro) não acharia que tem responsabilidades para com eles. E não diga que o senhor toma conta daqueles que estão sobre o seu cabresto porque não é verdade. Já que Margaret é a prova viva de que você não se sente na responsabilidade de cuidar de ninguém a não ser que essa pessoa esteja literalmente ao seu lado ou abaixe a cabeça para todas as suas ordens.

Pai, não sou falsa, nunca fui e não faço questão de ser, não vou falar com uma pessoa só por parentesco quando esta não demonstra nenhum afeto por mim. E este é o nosso caso. Sempre sofri com suas irresponsabilidades e sofro até hoje. Não saí de casa para morar sozinha e sim para morar com o resto da minha família. Aqueles que sabem quem eu sou, me aceitam como eu sou e não precisam forçar nenhum tipo de aproximação, carinho ou afeto, pois digo a eles o que faço e o que deixo de fazer porque os respeito apesar de eles cometerem alguns erros, mas todos somos humanos e errar é um defeito nosso.

Estou magoada com o senhor desde os 12 anos quando levei uma bofetada na cara dentro do carro por falar o que pensava em relação a uma pessoa que naquele momento realmente era a pessoa que eu imaginava. Hoje não tenho nenhum problema em relação a sua nova esposa e sei que ela se esforça para fazer o melhor que pode, mas naquele momento comigo, com minha irmã e com minha mãe ela não foi justa e mais injusto foi você ao me bater.
De lá para cá tive que agüentar muitas coisas, mas sua irresponsabilidade como pai era a que mais me afetava, pensei até que vc iria mudar no dia que tive aquela crise depressiva em sua casa e foi a primeira e única vez que senti o senhor como um verdadeiro Pai. Mas me enganei, de lá pra cá se eu não ligo o senhor também não e se eu ligo o senhor não liga, simplesmente cansei.

Não se preocupe comigo nem com minha Faculdade porque as pessoas que me conhecem como eu sou estão me ajudando e graças a elas (sua família) eu ainda terei a expectativa de um futuro melhor. E sinceramente eu espero que quando o senhor precisar venha contar comigo, pois apesar de tudo eu te amo e não serei irresponsável com você como você foi comigo, já que eu acho que independentemente da idade que se tenha, sendo família nós temos que ajudar sempre.


Fique com Deus.

Jack!

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E aqui jaz aquele que me deu a vida e a tirou...e aqui nasce o novo ser que já estava e estará mais do que nunca em meu coração..
Meu Tio não leu essas cartas, meu Tio não ouviu eu pedir, ou chorar..meu Tio apenas por me amar e me ver calada sentiu o que eu estava sentindo e reunindo forças onde não tinha fez o maior esforço para dizer-me que eu tinha sim um pai e que este nunca me abandonaria, pois ele conhece meu passado, convive com meu presente e acredita em meu Futuro.
Portanto, venho aqui homenagear meus pais verdadeiros, pois sei que a iniciativa pode ter sido de um, mas o compromisso será dividido igualmente entre meus dois outros pais (apesar de um ser uma mulher..hehehe).
Obrigada a todos e desculpem o desabafo, mas precisava respirar e só conseguiria se exorcizasse esses demônios através de palavras...

BOA NOITE!!!!!!!!!

domingo, 10 de agosto de 2008

Era uma vez...

Seguindo o estilo do texto sobre a Cinderela vou lhes contar uma fábula que esta longe de ter um final feliz (como eu disse, não acredito em contos de fadas).


Era uma vez uma gata borralheira que viu um príncipe lindo se transformar num sapo velho magro, um sapo cururú..E como esse negócio de transformar sapo em príncipe é só para princesas a gata borralheira preferiu abandonar o sapo na lagoa e foi morar num reino muito confuso e vil, onde todos consumiam a atmosfera competitiva do capitalismo como se este fosse o prato mais delicioso do mundo.
Mas, como em todo lugar, não só gente ruim vivia nesse reino. Há seres muito bons e puros, inclusive um ladrão de aromas pelo qual a pobre gata borralheira foi se interessar. E como não podia deixar de ser, o ladrão fez questão de jogar todo o seu encanto para cima da gata borralheira que aceitou as investidas pensando que não se envolveria com ele, já que no mais íntimo do seu ser, queria se tornar a Rainha do mundo de alguém e o ladrão estava muito longe dos ideais dela do que poderia ser um Rei.
Infelizmente, depois de muita convivência a gata borralheira percebeu que o ladrão tinha uma essência fidalga e nutria dentro de si sentimentos muito nobres. Ao mesmo tempo que ela foi percebendo isso pensou, também, que o ladrão a tratava de um jeito diferente, lhe dizia coisas diferentes, apesar de ele ter deixado claro, em seu segundo encontro furtivo (longe dos olhares amaldiçoados do povoado) que só queria sua essência e nada mais.
O ladrão era esperto, usou palavras doces e deu importância à gata borralheira, que acabou se iludindo com as seguintes frases: - Você é a única; - Você me completa como ninguém; - Eu estou muito envolvido com você; - Você sou eu de saia; - Você foi a melhor coisa que me aconteceu nesse reino, melhor do que meus três roubos que aumentaram meu orçamento...
Mas, o que mais iludiu a pobre gata borralheira foi a canção que o ladrão entoou em alto e bom tom numa noite chuvosa, onde esta dizia: - Você é algo assim, é tudo pra mim, é como eu sonhava....
Contudo, o encanto se quebrou e aparentemente outro aroma mais doce o ladrão encontrou, porque sem mais nem menos deixou de procurar a gata borralheira, se tornou distante, frio. No começo a gata borralheira pensou que a distância era por causa da pressão que o reino estava exercendo para que o ladrão fosse capturado. Até ela achar o diário escondido do ladrão e ao lê-lo perceber que enfim ele estava abrindo o coração, se tornando seguro, estava sem medo de encarar a vida e que isso não tinha sido mérito dela.
Ao contrário do que ela mesma pensou, com raiva do ladrão não ficou, descobriu deste jeito fatídico o que todos que gostam querem dizer com: "Quando se gosta de alguém só se quer a felicidade da pessoa independentemente se ela esta com você ou não"....
Hoje, a gata borralheira continua a admirar o ladrão e a considerá-lo um grande amigo, pois pessoa igual a ele, com as virtudes que ela descobriu nele, com as afinidades que os dois têm ela não encontrará jamais.

E ela viveu presa a seus sentimentos para sempre!!!

Recordar é viver...esse é meu universo!!!

Sábado, depois de levar o maior toco, a única coisa que você quer é esquecer o que se passou e como o convite para o esquecimento já havia sido feito não poderia ser recusado...
O local para a desova de sofrimentos não podia deixar de ter um clima de libertação e assim foi. Ao lado de um grande amigo fui encontrar, ou melhor, retornar à minha felicidade instintiva.
Entro no meu universo paralelo respiro fundo o ar gélido, negro, cult e undergroud do local. Me inebrio com a fumaça e a música, me transformo, me sinto mais poderosa que a pior vilã das histórias em quadrinhos e os olhares são meus, não todos, mas alguns são meus e eles me nutrem, me fazem arder de prazer, me sinto nua...
Vou abastecer minha mente com meu destilado favorito para entrar no clime e aproveito para dançar, dançar muito, remexer meus quadris voluptuosos e balançar minhas madeixas castanhas até sentir flutuar, mas eis que o tempo para, um clarão do alto se acende e a criatura mais bela e surreal surge descendo as escadas.
Já o conhecia, mas não recordava tanta perfeição... E ele veio dançar, dançar para mim (claro que dançou para outras pessoas, mas para tornar o clima mais interessante vou fingir que era só pra mim, porque era o que eu queria).
Cada milímetro do seu corpo foi milimetricamente fotografado pela minha mente ardilosa. Seu corpo brilhava de suor, seus cabelos recaídos sobre seus olhos, sua boca entre-aberta convidava a quem quer que fosse para um banquete celestial, porque depois que o vi tive a exatidão do quão perfeitos eram os Deuses gregos do Monte Olimpo.
Me senti tentada a subir no palco e coreografar com ele a cena de erotismo mais estarrecedora que aquele lugar já vira. Mas, como nem sempre o que pensamos colocamos em prática fui colocando aos poucos essa idéia que havia se tornado obssessiva em poucos segundos, dentro do arquivo morto do meu subconsciente, afinal sou uma mera mortal que diante de um impetuoso Deus se torna um ser insignificante.
Para mim o tempo parou e os 10 minutos de espetáculo proporcionados por ele pareceram uma eternidade esplêndida.
Enfim, a música mudou e aquele ser maravilhoso se agachou na minha frente, desceu do palco e disse para mim e meu amigo duas palavras que estão ecoando em minha cabeça até agora, como uma melodia suave e envolvente que diz: - Volto logo!!!

P.S.: O final desta história é para ficar no suspense, porque se eu contar poderá não extrair de suas mentes a imaginação. E aguçar a imaginação é um dos melhores esportes exercido por aqueles seres humanos com o dom de tornar a vida mais apimentada.

Cinderela existe???

Quem me conhece sabe que eu nunca acreditei em contos de fadas, para falar a verdade minha infância não foi regada a brincadeiras com bonecas e frescuras..
O que melevou a esccrever um post com esse título foi o episódio mais cômico protagonizado por uma amiga minha numa noite de sábado quando nos preparávamos para ir aà festa dajóia de minha vida.
Essa minha miga é a prova viva de que nem sempre a primeira impressão é a que fica, pois não gostávamos uma da outra até nossos caminhos se cruzarem e começarmos a conviver por mais tempo.
Mas além de extrovertida, brincalhonae super simpática ela é um projétil mais avançado do ser demente que eu sou..
Outro dia ela teve a capacidade de trancar o carro, ir para o shopping e na hora de voltar para o carro perceber que tinha perdido a chave, depois de muita confusão e aperreio tanto dela como das pessoas que estavam ao seu redor, descobriu-se, por um acaso, que a chave estava nada mais nada menos que na porta do carro...
Só que o que aconteceu neste sábado foi incrível...depois que todos estávamos arrumados para a festa, ela foi pegar o carro e seguimos para o local..estacionamos e ao sair ela começou a procurar sua sandália, mas para sua surpresa apenas um pé da sandália estava no carro...Procuramos em todo lugar, até o porta luvas eu abri e nada...
Depois de alguns minutos de procura ela pára e diz: - Eu não acredito que entrei nocarro com apenas uma sandália. Só posso ter deixado o outro pé no prédio...
Silêncio por 3 segundos e uma estrondosa gargalhada se seguiu..Tivemos que ligar para a mãe dela para que ela procurasse a sandália no estacionamento, mas nada estava lá. A sandália já fora entregue na portaria...
Em suma, tivemos que sair da Tamarineira de volta para o Cordeiro e de lá de volta à Tamarineira...e olhe que infelizmente, mesmo perdendo o sapatinho, ela não conseguiu encontrar seu príncipe encantado. Mas, que depis dessa fiquei com uma baita dúvida se Cinderela existe ou não isso eu fiquei....kkkkkkkkkkkkkkkkk